Condições especiais para aquisição por financiamento são oferecidas pela Harley-Davidson no Brasil para a linha 2016.

As concessionárias brasileiras já receberam a linha 2016 da Harley. São mais de dez modelos das custom mais famosas do mundo. E, atentando ao mercado recessivo brasileiro – em meio à crise econômica – a Financial Services da marca oferece condições especiais para aquisição por financiamento.

O setor financeiro da montadora firmou taxa de 0,99% ao mês e parcelamento com valor fixo para até 24 meses no pagamento do saldo. Para que o financiamento seja concedido, a entrada deve ser de no mínimo 50% sobre o valor total da motocicleta desejada.

Entre toda a nova família de Harleys, as Sportster são as que mais chamam atenção dos amantes de motos.

A Iron 883 cilindradas tem o acabamento quase todo em preto, design agressivo e tanque de gasolina em estilo clássico da marca com capacidade para 12,5 litros. O guidão e comandos nele são simples e com acabamento preto, em visual minimalista. As lanternas traseiras são de LED e têm os piscas integrados. As rodas são de liga de alumínio com freio ABS. O amortecedor traseiro tem regulagem de altura. A Iron sai por R$ 42,9 mil. O opcional é a pintura diferenciada Hardy Candy Custom, que adiciona mais R$ 1,5 mil ao valor de venda.

Já a Forty-Eight tem como cor original o bordô e a capacidade do tanque é de 7,9 litros. Ela tem pneus personalizados, mais robustos que outros modelos. O motor de 1.200 cilindradas também tem predominância da cor preta, porém as tampas são cromadas. O velocímetro, culturalmente de mostrador único, tem conta-giros e indicador de marchas. Os freios de ABS tiveram aumento nos discos em relação à versão anterior da moto para melhor desempenho. A Forty-Eight tem valor de R$ 50,7 mil. As cores opcionais, tom de vermelho diferente e Hardy Candy Custom, custam respectivamente R$ 350 e R$ 1,1 mil.

Por Bruno Klein

Harley Iron 883

Harley-Davidson Forty-Eight

Fotos: Divulgação


Modelo custará R$ 15.990 e será lançada no Brasil em setembro deste ano.

Sob duas rodas a proposta é estabilidade, conforto e segurança. Tudo isso e muito mais tem a oferecer a moto KTM 200 Duke, agora fabricada no Brasil (Manaus-AM), mas que traz a chancela da marca austríaca Duke, uma das que tem ganhado destaque no mercado de motocicletas pela sua tecnologia e design inovador.  

A KTM 200 da Duke tem um modelo bastante singular, pois seu estilo Off Road mostra a versatilidade do seu projeto, com um farol de desenho ultramoderno e com o nome Duke impresso no taque da moto, o que passou um ar radical para a motocicleta, além do mix de cores que ela tem para oferecer para seus futuros proprietários.  

O mais interessante da KTM 200 é o seu preço. Sem dúvidas, a Dafra, empresa que opera com a marca Duke aqui no Brasil, pretende atrair os olhares de quem deseja uma moto para pequenas aventuras nas estradas e estabilidade pelas vias urbanas. A forma usada para essa atração entre os apaixonados por moto está no preço, já que o mais novo lançamento da Duke vai chegar em setembro com o valor acessível de R$ 15.990,00. Importante salientar que esse valor pode ser ainda parcelado, o que só tende a facilitar a aquisição da moto que promete ser uma sensação.  

O motor dessa moto é monocilíndrico, pesando 129,5 Kg, com 26 cv de potência. Esse equilíbrio entre peso e potência faz com que a KTM 200 tenha um bom desempenho tanto se for usada para esportes off roads como pelas vias urbanas. A cilindrada pode ser de 200 ou 390, ficando a critério do cliente saber em qual dose de aventura deve ter sua KTM 200 Duke.  

Economia é outro atrativo para essa moto. Quem comprar a KTM 200 Duke terá a vantagem de percorrer 300 km de estrada com apenas 11 litros de combustível, capacidade máxima do tanque.   

É agora em setembro que a moto KMT 200 Duke chega ao mercado brasileiro, estando presente em todas as concessionárias Dafra do país. Com essa informação, é hora de começar a se programar para ter a sua, pois nunca foi  tão fácil localizar a relação custo-benefício em uma moto totalmente fabricada no Brasil, com o selo de qualidade da renomada Dafra.

Por Michelle de Oliveira

KTM 200 Duke

Fotos: Divulgação


Modelos Scout, Roadmaster, Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain serão fabricados e vendidos no Brasil.

A fabricante americana Indian Motorcycles tem sua estreia marcada no Brasil para outubro deste ano, no Salão Duas Rodas, que acontece em São Paulo. Desde o ano passado há especulações sobre a venda dos modelos da marca no mercado nacional. Mas agora há bem mais que especulações, pois a marca confirmou o acordo para a montagem de 5 de seus modelos, a partir de kits CKD, em Manaus (AM). A montagem será feita na planta da Dafra, onde já acontecem montagens de BMW, Ducati, MV Augusta e KTM. Além disso, a marca planeja abrir concessionárias no Brasil, nas principais regiões.

A Indian é uma fabricante centenária  e é concorrente direta da Harley-Davidson no segmento custom,  tendo inclusive, já conquistado uma fatia do mercado da Harley, devido ao forte investimento do Grupo Polaris, que comprou a Indina em 2011, para conseguir trazer de volta, reconquistar fãs antigos e envolver os novos, mostrando que a Indian é uma empresa tão sólida quanto a Harley.

A linha de motocicletas Indian conta com 5 modelos, a Scout, seu mais recente modelo, a Roadmaster, Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain. Segundo Rodrigo Lourenço, diretor executivo da Polaris na América do Sul, a família Chief vem buscar a fatia de consumidores que atualmente são da Harley. E segundo Lourenço, a empresa acredita que a Scout vai trazer um público novo.

Estima-se que no último trimestre de 2015, as primeiras concessionárias já sejam abertas, com continuidade em 2016, quando acontecerão inaugurações nas maiores praças. A Indian não terá o mesmo número de lojas da Harley, que são 19, mas há grandes expectativas com relação ao Brasil, mesmo com a atual recessão.

Essa notícia agrada em cheio os amantes de motocicletas, uma vez que a tradicionalíssima Indian tem os mais lindos modelos de duas rodas – quem conhece sabe, quem não conhece, procure conhecê-las. E aguarda-se o início dos trabalhos, que, além de ótimo para a economia, irá gerar empregos.

Por Elia Macedo

Fotos: Divulgação





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