Review Honda CBR 1000RR Fireblade 2018



  

Confira aqui os prós e contas da nova Honda CBR 1000RR Fireblade 2018.

Para os amantes de motos, uma boa notícia é lançada pela Honda em relação à sua nova moto, a mais esperada CB 1000RR, que é uma das mais vendidas no ramo esportivo da marca, tanto por aparência quanto por desempenho e outras coisas que chamam a atenção dos seus clientes. Sua alta velocidade e bom desenvolvimento na estrada é uma coisa bem chamativa, e na maioria das vezes usada exatamente para isso e não para fins de trabalho ou algo do tipo. Considerando seu tamanho, ela é considerada "grande", isso até em relação à alguma mais "fracas" como a Hornet, que tem o motor 600 cilindradas, que já é considerada uma moto boa e rápida.

Previamente estarão sendo citados aqui as definições de desenvolvimento de motor e outras coisas que contribuem para o desempenho da máquina, como por exemplo, a preocupação da Honda em manter o motor 4 cilindros em linha, que já vem sendo usado, além de ser em linha é de comando duplo. A moto considerada 1000 cilindradas na verdade tem uma pouco menos, o que não tem muita importância pois não é algo significativo para compradores e analistas de motos, sendo mais especificamente 999,8 cilindradas, tendo este número entende-se a afirmação anterior.

A moto tem um ganho de 14% em suas válvulas, porém chegar à este número não é algo tão fácil, então necessitou-se de uma modificação na tampa e na transmissão para que o maior desempenho conseguisse ser dado, satisfazendo ainda mais seus clientes.

No modelo mais antigo a taxa de compressão era de 12,3:1, coisa que já era muito forte para a época, e surpreendentemente este ano subiu para 13:1, garantindo ainda mais força e velocidade.

O quadro da moto é formado de alumínio para que a moto não tenha um peso tão grande e atinja melhores resultados, então o mesmo precisa de um modelo mais elegante, chamativo e ao mesmo tempo aerodinâmico, então a versão de quadro Diamond de dupla trave foi adotado, isso em versões anteriores porém nessa recebe remodelagens tanto para a aparência ser mais futurística e moderna quanto para o corte de ar ser maior.





Ela é dividida em duas versões, a standard e a SP, as mesmas adotam os mesmos motores, porém a standard em questão de peso vem com 196 kg e a versão SP com 195 kg, porém isso não irá interferir no desempenho, aliás 1 kg não faz muita diferença na estrada.

Uma coisa interessante na moto é sua suspensão dianteira, que assim como todo o resto é muito forte e resistente, adotando o modelo invertido Showa que possui 43mm de diâmetro e 120mm no total de curso. Na parte traseira também é empregado o Showa porém com 62mm, ajudando na maior confortabilidade do piloto e uma boa direção em lugares não tão favoráveis para uma moto tão grande, sendo assim a Honda pensou em todas essas possibilidades e melhorou em todas as partes a Fireblade.

Uma coisa que ajuda muito o piloto também foi o pensamento da Honda em garantir sua segurança com o programa "anjo da guarda", pensando principalmente na segurança do piloto ao sair da inércia que com 5 cilindros faz todo o reconhecimento de plano em que se encontra e o acelerador eletrônico garante a segurança de saída. Ajudando assim por exemplo, pela força da moto, ela empinar independente de ações do piloto, evitando problemas tanto para a empresa quanto para o comprador.

A parte tecnológica de painel também ajuda muito na hora da visualização, pois foi feito todo em LCD. Contando ainda mais com seu computador de bordo que reforça a ideia do relacionamento moto x cliente.

Gustavo Martins



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