Modelo chega ao Brasil para concorrer com a Honda PCX.

O grupo Piaggio apresentou ao mercado o seu lançamento: Piaggio Liberty 150, que tem o preço inicial R$ 15.900,00. A marca, que também é dona da Vespa, tem o objetivo que o modelo fique entre as scooters mais vendidas do País. Entre as principais características, o Liberty 150 conta com motor de 1 cilindro, além de 150 cc, e tem a capacidade para alcançar 13 cavalos de potência. Outro detalhe de acordo com a marca é que o consumo pode chegar a 51 km/l em uma velocidade constante de 40 Km/h.

Para comprar a novidade, os clientes podem optar pela loja física ou no conforto pela internet, em que pode escolher os detalhes, os modelos e receber o Liberty 150 em casa. Além disso, a marca também está inovando ao inaugurar o serviço de manutenção na casa do interessado. Ou seja, uma oficina móvel. Geralmente o prazo para entrega do produto é em torno de 45 dias.

Atualmente os modelos do Piaggio Liberty 150 são importados da Itália, mas a marca já ressaltou que tem interesse em montá-los no País. A previsão é que isso ocorra no início de 2018. Além disso, a marca também apresentou as vespas 125 e 150, que voltaram ao Brasil, mas em parceria com o grupo de investimento Asset Becley.

Entretanto, os preços das novas vespas são pouco acessíveis: mais de R$ 22 mil. Por exemplo, o modelo 125 custa cerca de R$ 22.890,00 e o 150 cerca de R$ 26.930,00. Entre os principais detalhes das vespas destacam-se a manutenção do design italiano e tendem a atuar no segmento Premium.

Além disso, o modelo 125 é econômico e de acordo com a fabricante consegue consumir até 45,5 km/l. Em relação ao modelo 150, ele tem a capacidade de fazer cerca de 41 km/l. Ambos os modelos contam com suspensões firmes, além de estabilidade nas curvas, oferecendo conforto e segurança para o motorista. Outro detalhe é que na parte dianteira as vespas tem monobraço na suspensão. O freio ABS presente é de série e apesar do tamanho, as vespas acomodam muito bem os motoristas.

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Por Babi


Confira aqui o preço e a ficha técnica da nova Kawasaki Vulcan 650 2017.

Em 2001 a Harley Davidson mudou o tom na maneira como eram produzidas as motos Custom. Na época a marca colocou no mercado a V-Road que trazia um estilo mais agressivo e diversos elementos de naked. O aspecto que mais se destacou com esse lançamento foi a questão básica de que a fabricante mostrou de todas as formas possíveis que no campo das custom o visual clássico e ornamentado ou ainda uma personalidade “sem destino” e “bandida” não eram a “essência” obrigatória das custom.

Depois que a V-Road mostrou o que era possível, outras fabricantes começaram a seguir o seu exemplo e aos poucos foram aplicando algumas “pitadas desse novo tempero”. Mais de uma década depois dessa “inovação”, o sucesso das vendas nessa linha ainda é bem tímido. De fato, as motos custom clássicas continuam como as preferidas. Entretanto, uma breve olhada no comportamento delas nas pistas deixa claro as vantagens.

E nesse caminho chegamos a Kawasaki Vulcan 650 S. O modelo conta com ingredientes fundamentais das chamadas “power custom”. Os preços da moto ficam entre R$27.290 e R$31.490 (ABS). Basicamente o visual da Vulcan 650 S é de uma V-Road em miniatura: Os faróis são quase triangulares, os cantos são arredondados e são envoltos por uma moldura em preto fosco, o para-lamas dianteiro é relativamente pequeno e a rabeta comprida.

O motor

O tempero aqui fica por conta do motor. No meio do quadro vamos encontrar um dois em linha muito conhecido (é o mesmo que está na trail Versys 650, naked ER-6N e também na versão carenada Ninja 650). Aqui vamos ter 649cm³, 6,4 kgfm de torque com 61 cv de potência, uma faixa de uso estreita e a estruturação feita para girar alto impressionam mais pela velocidade do que pela arrancada propriamente dita. É interessante observar que nas custom tradicionais o que acontece é exatamente o oposto disso. Ou seja, chamam a atenção na arrancada.

Outro aspecto interessante que podemos destacar é o ponto de que o quadro e o motor são compartilhados. Além disso, temos uma suspensão traseira monochoque, ajustável em sete níveis e com pré-carga de mola.

A Kawasaki Vulcan 650 S não é barata, porém, a moto não tem rivais diretas. E mesmo assim, o preço se mostra bem coerente com o “conjunto da obra”. Para entender melhor um degrau abaixo da Vulcan 650 S vamos encontrar a Dafra Horizon 250, que sai por R$17 mil, mas que tem características significativamente bem mais inferiores.

Já no patamar de cima as que chegam mais perto da Vulcan 650 S são a Suzuki Boulevard 800 (de R$ 36 mil) e a Harley Iron 883 (de R$ 43 mil)!

Por Denisson Soares


Veja aqui o preço e as principais vantagens e desvantagens da scooter.

Já é notável que os scooteres têm conquistado o gosto e a confiança dos brasileiros, pois a cada dia aumenta mais o número desse tipo de motocicleta de menos cilindradas nas ruas. Embora tenha demorado um pouco mais em relação às outras marcas, a Honda já colocou à venda o seu modelo SH 300I, que já está impressionando muita gente, seja pela potência de seu motor, pelo seu atraente visual ou pelo refinado acabamento. Talvez, a única característica deste scooter que pode não agradar muito é o seu valor, estimado em R$ 23.590.00.

Deixando a questão do preço de lado, a scooter da Honda possui inúmeras características que a torna alvo de desejo de muitas pessoas. Entre todas as suas qualidades a motocicleta oferece muito conforto, pois coloca o piloto em uma boa posição, além de trazer muita tecnologia que trabalha a favor de seu desempenho. Um exemplo de tecnologia aplicada está na chave que necessariamente não precisa estar no contato da ignição, pois ela apresenta um sensor que capta a sua frequência até mesmo dentro do bolso, graças ao sistema Smart Key.

Debaixo de seu assento se encontra um tanque com capacidade de até 9,1 litros de combustível, além de espaço para capacete de modelo menor.

Com rodas em aro 16”, os freios possuem ABS, que somados a uma boa suspensão oferecem mais segurança. Seu motor de 300cm3 oferece uma excelente performance para uma scooter, até mesmo em trechos mais sinuosos e em ruas mais esburacadas, como também em estradas, fazendo até 30 km por litro de combustível.

É uma motocicleta boa de arranque, até mesmo quando o piloto possui peso mais elevado. Com 24,9 cv que geram uma rpm de 7.500, sua capacidade de torque é de 2,59 kgfm com 5.000 rpm.

Enfim, a Honda SH300I é uma excelente opção para quem gosta de pilotar este tipo de motocicleta, que reúne características muito relevantes em relação ao seu desempenho. Com certeza ela chega para fazer a diferença entre as demais de seu segmento que estão no mercado. Entre as motos de baixa cilindrada ela é a que mais se destaca em todos os quesitos. Em relação ao preço, quando comparada a sua concorrente Dafra, a diferença não é assim tão grande.

Sirlene Montes


Novo modelo é a aposta da Kawasaki na categoria das motos aventureiras de baixa cilindrada.

A fabricante japonesa de motocicletas Kawasaki é mais uma entre as diversas montadoras que tem vindo apostando forte nas motos chamadas de aventureiras que contam com baixa cilindrada. Agora, a Kawasaki lança o modelo Versys-X 300.

Após a montadora BMW ter lançado seu modelo G 310 GS, a fabricante conhecida por sua cor verde buscou expandir sua linha Versys, fazendo uso do mesmo propulsor que já era utilizado na Kawasaki Ninja 300 e também na Kawasaki Z300.

O modelo teve sua estreia realizada no Salão da cidade de Milão (EICMA 2016), porém, até o momento não se sabe nenhuma informação referente ao seu desembarque em território brasileiro.

A nova Kawasaki Versys-X 300 foi dotada de um propulsor que possui dois cilindros e conta com 296 cilindradas, com refrigeração realizada através de líquido, o mesmo motor utilizado em suas “irmãs”, porém, recebeu algumas alterações em seu funcionamento, para que assim pudesse dar prioridade ao seu bom funcionamento e desempenho, mesmo em giros baixos e médios.

De acordo com informações transmitidas pela marca japonesa de motocicletas, tais mudanças acabaram por deixar o propulsor ainda mais econômico do que já era, dando uma grande autonomia para o mesmo, permitindo assim percorrer uma distância de até 400 km sem a necessidade de reabastecer. Embora se tenha esses detalhes, a empresa oriental até o momento ainda não divulgou nenhum detalhe referente ao seu poder de potência ou torque, porém, seus consumidores já esperam ansiosamente por esses dados.

Embora o novo lançamento da marca faça uso de um motor que já é bem conhecido por seus consumidores, foi necessário desenhar o restante do conjunto de forma específica para a Versys, a qual conta com suspensões, chassi e visual inéditos.

Com relação ao estilo de pilotagem, a posição do piloto ainda continua com o estilo aventureiro, com pedaleiras que deixam as pernas do condutor relaxadas e também conta com um guidão alto.

Na parte dianteira da motocicleta foi utilizada rodas raiadas, com raio de 19 polegadas e na parte traseira, rodas com aro de 17 polegadas.

FILIPE R SILVA


O modelo chegará ao Brasil ainda este mês, porém o seu preço não divulgado até o momento.

A montadora italiana de motos esportivas, a Ducati, recentemente informou o lançamento de mais uma nova integrante da família, chamada de 959 Panigale. O modelo é produzido na região de Bologna, na cidade de Borgo Panigale e teve seu anúncio feito ainda no ano de 2016. Segundo a fabricante o modelo chegará ao Brasil ainda este mês, porém o seu preço não divulgado até o momento.

Em 2015 ela foi anunciada e neste ano foi lançada, a menor motocicleta da dinastia foi inspirada em sua irmã mais que possui moto mais potente, a 1299 Panigale. De série já conta com o motor Superquadro de duplo cilindro, disposto em formato “L” com 955 cilindradas e com uma potência que chega a 157 cavalos ao aitngir 10.500 giros e um torque de 10,9 kgfm a 9 mil rpm que vai associado a um câmbio de seis velocidades com sistema DQS quick shif”, que facilita as trocas de marchas. O novo motor, que agora substitui o antigo de 898 cilindradas, teve componentes redesenhados e utilização de alumínio para oferecer mais desempenho, diminuir seu peso e também se enquadrar na Euro 4, as regras europeias de emissões.

A moto Panigale 959 utiliza um quadro de alumínio mono choque, uma estrutura leve e rígida, que se inspirou nos modelos utilizados na Moto GP. Na parte da frente, a suspensão é invertida e usa tubos com 43 mm e 120 mm de curso, ajustável. Na parte de trás, faz uso de uma balança tradicional em alumínio, com um amortecedor de 130 mm de curso, regulável.

A nova 959 Panigale oferece bons recursos eletrônicos e chega as concessionárias com acelerador eletrônico (ride-by-wire), controle de tração e diversos modos de pilotagem. No quesito segurança, a moto esportiva foi fabricada com um amortecedor de direção, além de um sistema de freio ABS, que utiliza discos semiflutuantes e quatro pistões nas pinças da marca Brembo. As rodas são de 17 polegadas e possuem dez raios, fazendo uso de pneus da marca Pirelli, modelo Diablo Rosso Corsa de tamanho 120/70 ZR17 na dianteira e na traseira 180/60 ZR17. Seu peso total seco é de 176 kg.

Por Filipe Silva

Ducati 959 Panigale

Ducati 959 Panigale

Fotos: Divulgação


Moto é renovada e virá de série com freios ABS, mapas de potência, acelerador eletrônico e controle de tração.

Tendo em vista a expansão do movimento cross over, no ramo das motos, a Triumph Motocicletas mostrou no Brasil a novidade da Tiger Sport renovada, nesta última quinta-feira (dia 13). Os valores sugeridos são a partir de R$ 52 mil. O diferencial do modelo fica por conta da atualização feita – como dos freios ABS, mapas de potência, acelerador eletrônico e controle de tração (itens de série). Já o motor, conforme nota da fabricante, terá 3 cilindros e pouco mais de 1 mil cilindradas. com 125 cavalos de potência e 10,8 kgfm de torque.

Veja outras especificações da Tiger Sport:

  • Novo cilindro;
  • O chassi continua sem alterações;
  • Modos de potência no motor;
  • Maior economia de combustível (cerca de 8%): 22,9 km/L;
  • Embreagem assistida, com acionamento da embreagem mais leve;
  • Escapamento renovado;
  • Novos bancos;
  • Protetor de mãos;
  • Controle de elevação das rodas;
  • Novo painel;
  • Cruise control (programação do controle de velocidade): estilos chuva, estrada e sport;
  • Grafismos novos;
  • Novos cabeçotes;
  • Roda de 17 polegadas;
  • Pneus esportivos.

Para alguns consumidores, o preço da Tiger Sport renovada poderia ser mais barata, tendo em vista que a desvalorização é muito precoce e grande. Mesmo com a tabela FIPE, a liquidez do modelo é muito baixa. Mas, por outro lado, há quem seja fã da moto e goste do design, que segundo alguns fãs-pilotos, não fica devendo em nada com relação a outros modelos.

A termos de comparação, os modelos da linha Tiger são vendidos atualmente a partir de R$ 45 mil.

Sobre a empresa:

A Triumph Motorcycles Ltda é uma empresa inglesa montadora de motos, fundada em 1984, em Hinckley, Leicestershire, Reino Unido, cujo fundador é o inglês John Bloor. É uma das mais tradicionais no mercado de motocicletas.

Além do Reino Unido, a fabricante tem atividades, na Bélgica, na França, na Suécia, na Suíça, na Alemanha, na Itália, na Austrália, nos Países Baixos, no Japão e nos Estados Unidos.

Tudo começou a partir de 1885, com o alemão Siegfried Bettmann, que resolveu investir no negócio de motocicletas, tendo em vista o grande aumento de bicicleta no país britânico. Começando no ramo com bicicletas, logo depois lançara a primeira motocicleta, em 1902. Rapidamente ela ganhou popularidade.

Cristiane Magalhaes


Modelo famoso dos anos 80 volta a ser comercializado no Brasil em 5 modelos.

Um dos modelos mais queridos nos anos 80 volta com tudo este ano. A Vespa anunciou sua volta aos mercados com o lançamento de 5 modelos diferentes da marca. Aqui no Brasil, as vendas começam agora em outubro. A montadora Piaggio também é integrante do projeto.

Nos anos 80 a scooter era montada aqui em uma parceria firmada entre a Vespa e a Caloi, com uma roupagem vintage, e se tornou uma grande febre na época.

Para a volta ao mercado nacional, a marca preparou uma estratégia de marketing bastante agressiva: além de ter um ator global como embaixador da marca – Caio Castro – as primeiras vendas serão realizadas apenas pela internet.

A previsão é que sejam inaugurados 08 pontos de venda das scooters até o final do ano. O primeiro deles será inaugurado no próximo dia 22, no shopping JK, em São Paulo. Campinas também vai receber a Vespa aqui no Brasil, com a inauguração de uma loja na cidade no mesmo dia.

A marca espera chegar até 40 pontos de venda até o ano de 2018. Só neste ano, até dezembro, a previsão é que sejam abertos 8 Boutiques – como a marca denomina suas concessionárias.

Serão lançadas inicialmente cinco versões. Com motores 125 e 150cc 4 tempos e freios ABS, o modelo Primavera ainda terá uma série especial, de apenas mil unidades, que serão numeradas e customizadas especialmente para o início das vendas. A versão Primavera 150 terá a placa numerada e grafismos nas laterais, com temas relativos ao lugar de origem da scooter, a Itália.

A Vespa também terá as versões Sprint 150, A GTS 300 com freios ABS e a 946 Empório Armani, com visual vintage e descolado, promete ser um dos carros chefe da marca.

As vendas dos modelos da Vespa começam no dia 10 de outubro. A Vespa espera chegar até mil unidades vendidas até o final do ano. A ampliação desses números seria para 12 mil em 2017.

As opções de customização das motos serão bem variadas. Da cor da carroceria até mesmo detalhes, como a cor e material utilizados nos bancos, poderão ser definidos no momento da compra.

Ideal para o uso urbano por sua agilidade e tamanho compacto, a Vespa promete conquistar os antigos apaixonados pela marca – e conquistar ainda mais pessoas.

Por Ana Carolina Haddad

Vespa

Vespa

Fotos: Divulgação


Confira aqui os principais erros e perigos cometidos pelos motociclistas no trânsito.

Muitos motociclistas se sentem os donos da rua quando andam sob duas rodas. Mas as coisas não são bem assim, a via é um espaço de circulação pública, em que todos devem se respeitar mutuamente e primar pela sua vida e a do próximo. Entre algumas ações perigosas executadas por certos motociclistas, seguem as mais comuns:

O famoso “tirar do giro” é uma prática conhecida entre os aficionados por motos, mas praticadas apenas por péssimos condutores. Mas o que é isso? A atitude consiste em provocar a aceleração da moto em ponto morto até que o se corte o giro, o que não apenas traz um risco enorme aos demais condutores no trânsito, como também danifica o motor da moto, uma vez que a elevação de temperatura muito brusca, mediante a ausência de ventilação, é causa certa de superaquecimento. Até nas motocicletas com radiador, a necessidade de que o vento passe pelas aletas existe, de modo que ocorra o arrefecimento do líquido.

O tal “tirar do giro” é feito com a moto parada e a ventoinha impossibilitada de suportar o superaquecimento do motor, convertendo óleo em água suja. Para o motor pegar fogo, pouco custa!

 Há também o burnout ou vulgo “borrachão”. A prática é querida pelos borracheiros, seus bolsos agradecem aos motociclistas que o fazem. O processo consiste no travamento do freio da frente, engatamento da primeira marcha, aceleração ao máximo e em bruscamente se soltar a embreagem em seguida. Com isso, o pneu traseiro literalmente patina na pista e queima no asfalto, uma nuvem de fumaça fedorenta sobe e a detonação do pneu está garantida. Não se trata de ter habilidade, não é seguro e não é agradável.

Já os motociclistas que falam e/ou teclam no celular com a moto em movimento. Desatenção, movimentos involuntários e risco à via são suas consequências. Colocar o celular entre a orelha e o capacete então, sem comentários. Mas há ainda o caso dos motociclistas fumantes. Cigarro na boca, capacete aberto e moto em movimento: a combinação é insegura na certa.

Por fim, trafegar em velocidade em desacordo com a via é perigoso, seja para andar mais rápido, seja para andar mais devagar. Motociclistas que andam devagar na faixa esquerda em vias expressas atravancam todo o trânsito, bem como os apressadinhos que saem cortando até mesmo as outras motos são um risco para si e para todos.

Flávia Alves Figueirêdo Souza


Modelo chega às concessionárias para ocupar o espaço entre a NXR 160 e XRE 300. Moto custa cerca de R$ 13 mil.

A fim de ocupar o espaço deixado entre a NXR 160 Bros e a XRE 300, a grande e renomada fabricante de motocicletas Honda fez o lançamento, no Brasil, nesta última sexta-feira, dia 06 de maio de 2016, da sua mais nova aposta que é a XRE 190. Esta motocicleta trail de pequeno porte só irá chegar às concessionárias da marca na última quinzena do mês de maio e com apenas uma versão, a qual disponibilizará aos consumidores freios ABS com tecnologia anti-travamento (somente na roda dianteira), item este que já virá de fábrica. O preço dessa motocicleta chegará ao mercado fixado em R$ 13.300, sendo que ela será disponibilizada apenas em três cores perolizadas, sendo estas: preto, verde e vermelho.

Dentre os destaques dessa nova motocicleta da Honda é o seu design, haja vista que o modelo de um modo mais popular aparenta ser uma junção da XRE 300 com a Bros. Com relação aos detalhes, a Honda XRE 190 possui para-lamas mais curto, formas agressivas nas carenagens, conjunto óptico com a presença de lâmpadas mais econômicas e potentes, escapamento com elevação, lanterna de trás e piscas independentes, suporte de placa em uma posição mais alta e alças confeccionadas em alumínio, as quais integram o bagageiro de nylon.

O painel da motocicleta ficou muito bonito devido ao fato de ser integralmente digital e ficou bastante funcional, uma vez que mostra informações completas, tais como tacômetro, marcador de combustível, hodômetro parcial e total, bem como indicações de todo o funcionamento dos demais itens da motocicleta.

O propulsor utilizado neste novo modelo da Honda foi o monocilíndrico de 184,4 cm³, com funcionamento em quatro tempos e duas válvulas, a refrigeração deste motor é feita a ar, sendo que ele já vem com a tecnologia FlexOne bicombustível.

Este propulsor a 8.500 rpm possui a capacidade de gerar uma potência máxima de 16,4 cavalos quando abastecido com etanol e de 16,3 cavalos quando abastecido com gasolina.A moto é capaz de entregar um torque de 1,66 kgfm e 1,65 kgfm, respectivamente. Este motor trabalha em conjunto com um câmbio de cinco velocidades. Para facilitar a vida dos proprietários a motocicleta possui partida elétrica, já a transmissão final é realizada por meio de corrente.

Por Adriano Oliveira


Novo modelo trará novidades e ótimas características. Preço da versão Standard será de R$ 13.050 e da ABS, R$ 14.550.

Sete anos após ser descontinuado no Brasil, o novo modelo Twister foi apresentado pela concessionária Honda durante o evento Salão Duas Rodas. Segundo a montadora o modelo CB 250 Twister conta com motorização nova, sem utilizar os componentes do modelo CB 300R. O preço da versão Standard é de R$ 13.050, já o modelo ABS poderá ser encontrado por R$ 14.550.

O antigo modelo CBX 250 Twister foi sucesso de vendas no Brasil desde o seu lançamento em 2001, sua permanência no mercado automotivo brasileiro durou anos, quando foi substituída pela CB 300R. Nos últimos anos, o modelo CB 300R passou por diversas mudanças em seu design e enfrentou concorrentes de peso, como Yamaha Fazer e Suzuki Inazuma.

O novo modelo CB 250 Twister conta com motor quatro tempos, monocilíndrico de 249 cilindradas, 22 cavalos de potência, sistema de refrigeração a ar e tecnologia Flex. Em relação a sua antecessora, o modelo sofreu perda de 4 cavalos e sofreu redução de dez quilos em ordem de marcha.

O tanque de combustível conta com capacidade de 16,5 litros, que deve proporcionar grande autonomia na pista. A motocicleta possui rodas de liga leve e freio a disco nas duas rodas, o que proporciona maior estabilidade nas pistas.

O design também sofreu alterações, a motocicleta urbana recebeu carenagens esportivas utilizada em diversos modelos da montadora, que garante um design robusto ao modelo.  O painel conta com display digital, que conta com indicador de velocidade, hodômetro, nível do combustível, entre outras funções.

O modelo deve chegar ao mercado em quatro cores, dependendo da versão. O vermelho e o branco pérola estão disponíveis para versão Standard, já o vermelho e preto sólido será exclusivo para versão ABS.

O objetivo da montadora japonesa é vender 40 mil unidades em seu primeiro ano de vendas. A Honda confirmou que o modelo CB 300R será descontinuado e o XRE 300 se manterá no mercado. 

Por Wendel George Peripato

Honda CB Twister 250


Modelo custará R$ 15.990 e será lançada no Brasil em setembro deste ano.

Sob duas rodas a proposta é estabilidade, conforto e segurança. Tudo isso e muito mais tem a oferecer a moto KTM 200 Duke, agora fabricada no Brasil (Manaus-AM), mas que traz a chancela da marca austríaca Duke, uma das que tem ganhado destaque no mercado de motocicletas pela sua tecnologia e design inovador.  

A KTM 200 da Duke tem um modelo bastante singular, pois seu estilo Off Road mostra a versatilidade do seu projeto, com um farol de desenho ultramoderno e com o nome Duke impresso no taque da moto, o que passou um ar radical para a motocicleta, além do mix de cores que ela tem para oferecer para seus futuros proprietários.  

O mais interessante da KTM 200 é o seu preço. Sem dúvidas, a Dafra, empresa que opera com a marca Duke aqui no Brasil, pretende atrair os olhares de quem deseja uma moto para pequenas aventuras nas estradas e estabilidade pelas vias urbanas. A forma usada para essa atração entre os apaixonados por moto está no preço, já que o mais novo lançamento da Duke vai chegar em setembro com o valor acessível de R$ 15.990,00. Importante salientar que esse valor pode ser ainda parcelado, o que só tende a facilitar a aquisição da moto que promete ser uma sensação.  

O motor dessa moto é monocilíndrico, pesando 129,5 Kg, com 26 cv de potência. Esse equilíbrio entre peso e potência faz com que a KTM 200 tenha um bom desempenho tanto se for usada para esportes off roads como pelas vias urbanas. A cilindrada pode ser de 200 ou 390, ficando a critério do cliente saber em qual dose de aventura deve ter sua KTM 200 Duke.  

Economia é outro atrativo para essa moto. Quem comprar a KTM 200 Duke terá a vantagem de percorrer 300 km de estrada com apenas 11 litros de combustível, capacidade máxima do tanque.   

É agora em setembro que a moto KMT 200 Duke chega ao mercado brasileiro, estando presente em todas as concessionárias Dafra do país. Com essa informação, é hora de começar a se programar para ter a sua, pois nunca foi  tão fácil localizar a relação custo-benefício em uma moto totalmente fabricada no Brasil, com o selo de qualidade da renomada Dafra.

Por Michelle de Oliveira

KTM 200 Duke

Fotos: Divulgação


Novo modelo traz um motor com maior cilindrada e a adição de injeção eletrônica.

Na última sexta-feira (dia 24) a Honda anunciou a renovação do 4º modelo de moto mais vendido no país: a Pop. Na versão 2016, o novo nome escolhido será Pop 110i, substituindo o do modelo anterior, Pop 100.

Sua principal novidade é o motor com uma maior cilindrada e também a adição da injeção eletrônica. O modelo não recebia tantas alterações desde o seu lançamento, no ano de 2006.

O seu design também mudou: o novo modelo mantém a essência do desenho original, mas sua dianteira e sua carenagem sofreram uma nova modelagem que não deixa nenhum parafuso à vista, adaptando-se às tendências do design para o setor.

Outra inovação é na parte traseira que passou a ser bem mais parecida com a de uma moto convencional, com setas que se separam da lanterna traseira.

Embora o modelo seja pouco conhecido na região sudeste, a Pop 100 é um produto importante para a Honda, e tem seu público alvo no Nordeste. Em alguns estados, como o Maranhão e o Rio Grande do Norte, por exemplo, a Pop é mais vendida do que a CG 150. Por isso a Honda não pode deixar de trazer inovações para essa fatia importantíssima de mercado.

O motor da nova Pop agora possui 109,1 cc, ultrapassando as 97,1 cc de seu modelo anterior e com a adição da injeção eletrônica. A empresa também já se preveniu quanto às novas orientações para emissões de poluentes, que começarão a valer em janeiro do próximo ano.

A potência do motor que antes era de 6,17 cavalos, passou para 7,9 cavalos no modelo 110i. Seu torque agora tem 0,9kgfm, ultrapassando os 0,74kgfm do modelo 100. O Câmbio continua o mesmo: manual de 4 marchas.

A Pop 110i será produzida no estado de Manaus e terá como opção de cores o vermelho, o preto e o branco. A garantia agora passa de um ano para 3 anos.

Os clientes dos estados do Nordeste, com certeza serão fidelizados com as novidades da nova Pop. Um design que não deixa a desejar e uma maior potência, fazem com que o novo modelo possa ser novamente sucesso de vendas no ano de 2016.

Por Patrícia Generoso

Honda Pop 110i 2016

Honda Pop 110i 2016

Fotos: Divulgação


Novo modelo virá com motor flex. Lançamento ocorrerá ainda no mês de maio.

Não há como negar que a motocicleta Yamaha Ténéré foi e continua sendo um grande sucesso no mercado nacional, uma grande prova desse sucesso é que ela é o sexto modelo comercializado pela Yamaha aqui no Brasil no ano de 2014, ano em que esta motocicleta teve 6.832 unidades comercializadas.

Agora a grande aposta da fabricante de motos Yamaha é na versão 2016 desta motocicleta, a qual passou por algumas atualizações. A maior das atualizações feitas na XTZ 250 Ténéré versão 2016 ficou por conta da substituição do motor, principalmente, porque o mesmo motor a acompanhava desde o lançamento, que é propulsor monocilíndrico de 250cc, contudo, após estas atualizações a empresa desenvolveu um novo motor totalmente inovador, o qual é capaz de ser movido tanto gasolina quanto a etanol.

O principal motivo que fez com que a Yamaha inovasse e inserisse na sua pequena motocicleta aventureira um motor com a tecnologia flex foi o fato de que uma mudança na legislação brasileira, a qual tem previsão para entrar em vigor a partir do mês de janeiro do ano que vem. Esta mudança na legislação foi batizada com o nome de Promot 4, ou seja, Programa de Controle da Poluição do Ar por Motocicletas e Veículos Similares, o qual preconiza restrições mais severas nos níveis de emissões das motocicletas que circulam por todo o território nacional.

Conforme foi divulgado oficialmente pela Yamaha, este novo propulsor, quando for abastecido com etanol ganhará mais dois décimos de cavalo de potência, o que representa 20,9 cv, enquanto que habitualmente o motor quando abastecido com gasolina gera 20,7 cv, sendo que estas duas mensurações foram feitas a 8.000 rpm. O torque dessa motocicleta quando abastecida com gasolina é de 2,09 kgfm e quando abastecida com etanol é de 2,1 kgfm.

E as novidades não param por aí, o design do painel foi modificado, haja vista que agora este é digital e possui tela de LCD, tecnologia est que proporcionou a agregação de uma luz do sistema conhecido como “Blue Flex”. Outro quesito também que foi atualizado foi a traseira dessa moto que ganhou lanternas de LED, maior capacidade no bagageiro, bem como alças de apoio redesenhadas e confeccionadas em alumínio.

A previsão de chegada dessa motocicleta às concessionárias é para a segunda quinzena do mês de maio, sendo que ela será disponibilizada nas seguintes cores: cinza fosco, azul, marrom metálico e o tradicional branco.

Por Adriano Oliveira

Yamaha XTZ 250 Ténéré 2016

Yamaha XTZ 250 Ténéré 2016

Fotos: Divulgação


Segunda geração dos peneus Scorpion Trail foi lançada para motocicletas de 500cc a 1.200cc.

Os proprietários de motocicleta no Brasil têm mais um motivo para comemorar: a Pirelli já lançou no país a segunda geração do Scorpion Trail, para modelos de 500cc a 1.200cc, com diversas opções de medidas.

Essa é uma grande tendência no mercado brasileiro que a marca pretende suprir, pois as motocicletas mistas, on/off road, estão cada vez mais populares no país. Isso significa que os motociclistas terão boas condições de dirigibilidade tanto no asfalto quanto para enfrentar situações adversas em terra.

Entre as melhorias, estão a redução de ruído, o aumento do rendimento quilométrico, a capacidade do pneu poder drenar em piso molhado e a elevação da estabilidade.

Segundo o diretor de pesquisa e desenvolvimento da marca, Piero Misani, o novo modelo foi uma mistura entre a própria primeira geração do Scorpion Trail, com o Angel GT. Juntando as características dos dois modelos, saiu o Scorpion Trail II.

Essas novas configurações permitiram um novo desenho de sulcos, com cortes transversais em sentido diagonal, fazendo melhorar a drenagem e reduzindo o ruído. Com uma nova carcaça de curvatura mais plana, foi aumentada a área de contato, fazendo com que o desgaste seja mais regular na parte traseira. Os sulcos longitudinais também foram repaginados, com cortes menores, melhorando a estabilidade.

Durante os testes realizados pela imprensa internacional, os novos pneus da Pirelli se mostraram muito bons, mesmo com a variação do asfalto, incluindo questões de temperatura. A estabilidade e a aderência melhoraram, sobretudo na curva, proporcionando uma experiência mais esportiva a quem utilizar esses Scorpion Trail II.

A marca não divulgou os valores oficiais dos modelos dos pneus, porém já é possível encontrá-los em lojas autorizadas da Pirelli.

Se você gosta de se aventurar em diversos tipos de asfalto com sua motocicleta mista, essa é uma grande opção a ser testada durante suas viagens, tanto para pistas de asfalto quanto para pistas de terra.

Por Felipe Villares

Pneu Pirelli Scorpion Trail

Foto: Divulgação





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