O modelo chegará ao Brasil ainda este mês, porém o seu preço não divulgado até o momento.

A montadora italiana de motos esportivas, a Ducati, recentemente informou o lançamento de mais uma nova integrante da família, chamada de 959 Panigale. O modelo é produzido na região de Bologna, na cidade de Borgo Panigale e teve seu anúncio feito ainda no ano de 2016. Segundo a fabricante o modelo chegará ao Brasil ainda este mês, porém o seu preço não divulgado até o momento.

Em 2015 ela foi anunciada e neste ano foi lançada, a menor motocicleta da dinastia foi inspirada em sua irmã mais que possui moto mais potente, a 1299 Panigale. De série já conta com o motor Superquadro de duplo cilindro, disposto em formato “L” com 955 cilindradas e com uma potência que chega a 157 cavalos ao aitngir 10.500 giros e um torque de 10,9 kgfm a 9 mil rpm que vai associado a um câmbio de seis velocidades com sistema DQS quick shif”, que facilita as trocas de marchas. O novo motor, que agora substitui o antigo de 898 cilindradas, teve componentes redesenhados e utilização de alumínio para oferecer mais desempenho, diminuir seu peso e também se enquadrar na Euro 4, as regras europeias de emissões.

A moto Panigale 959 utiliza um quadro de alumínio mono choque, uma estrutura leve e rígida, que se inspirou nos modelos utilizados na Moto GP. Na parte da frente, a suspensão é invertida e usa tubos com 43 mm e 120 mm de curso, ajustável. Na parte de trás, faz uso de uma balança tradicional em alumínio, com um amortecedor de 130 mm de curso, regulável.

A nova 959 Panigale oferece bons recursos eletrônicos e chega as concessionárias com acelerador eletrônico (ride-by-wire), controle de tração e diversos modos de pilotagem. No quesito segurança, a moto esportiva foi fabricada com um amortecedor de direção, além de um sistema de freio ABS, que utiliza discos semiflutuantes e quatro pistões nas pinças da marca Brembo. As rodas são de 17 polegadas e possuem dez raios, fazendo uso de pneus da marca Pirelli, modelo Diablo Rosso Corsa de tamanho 120/70 ZR17 na dianteira e na traseira 180/60 ZR17. Seu peso total seco é de 176 kg.

Por Filipe Silva

Ducati 959 Panigale

Ducati 959 Panigale

Fotos: Divulgação


Modelo famoso dos anos 80 volta a ser comercializado no Brasil em 5 modelos.

Um dos modelos mais queridos nos anos 80 volta com tudo este ano. A Vespa anunciou sua volta aos mercados com o lançamento de 5 modelos diferentes da marca. Aqui no Brasil, as vendas começam agora em outubro. A montadora Piaggio também é integrante do projeto.

Nos anos 80 a scooter era montada aqui em uma parceria firmada entre a Vespa e a Caloi, com uma roupagem vintage, e se tornou uma grande febre na época.

Para a volta ao mercado nacional, a marca preparou uma estratégia de marketing bastante agressiva: além de ter um ator global como embaixador da marca – Caio Castro – as primeiras vendas serão realizadas apenas pela internet.

A previsão é que sejam inaugurados 08 pontos de venda das scooters até o final do ano. O primeiro deles será inaugurado no próximo dia 22, no shopping JK, em São Paulo. Campinas também vai receber a Vespa aqui no Brasil, com a inauguração de uma loja na cidade no mesmo dia.

A marca espera chegar até 40 pontos de venda até o ano de 2018. Só neste ano, até dezembro, a previsão é que sejam abertos 8 Boutiques – como a marca denomina suas concessionárias.

Serão lançadas inicialmente cinco versões. Com motores 125 e 150cc 4 tempos e freios ABS, o modelo Primavera ainda terá uma série especial, de apenas mil unidades, que serão numeradas e customizadas especialmente para o início das vendas. A versão Primavera 150 terá a placa numerada e grafismos nas laterais, com temas relativos ao lugar de origem da scooter, a Itália.

A Vespa também terá as versões Sprint 150, A GTS 300 com freios ABS e a 946 Empório Armani, com visual vintage e descolado, promete ser um dos carros chefe da marca.

As vendas dos modelos da Vespa começam no dia 10 de outubro. A Vespa espera chegar até mil unidades vendidas até o final do ano. A ampliação desses números seria para 12 mil em 2017.

As opções de customização das motos serão bem variadas. Da cor da carroceria até mesmo detalhes, como a cor e material utilizados nos bancos, poderão ser definidos no momento da compra.

Ideal para o uso urbano por sua agilidade e tamanho compacto, a Vespa promete conquistar os antigos apaixonados pela marca – e conquistar ainda mais pessoas.

Por Ana Carolina Haddad

Vespa

Vespa

Fotos: Divulgação


Moto é mais simplificada que as outras desta linha, tendo os requisitos essenciais para uma moto, com algumas usabilidades das motos mais antigas.

A BMW é muito conhecida por ser uma moto para estradeiro. Muitos que desejavam ir para a estrada optavam pela BMW R NineT. A BMW motorrad está na fabricação de motos há 90 anos, sendo 40 anos em fabricação de design próprio.

Não só pelo seu design rústico, mas pelo seu motor e características, ela é muito distinta. É compacta, usa peças de alta qualidade, permitindo que seja usada por muito tempo, sem que haja desgaste.

No show da Intermot na Colônia, Alemanha; a BMW motorrad apresentou a nova moto 2017 BMW R NineT Pure da linha R NineT. Esta moto é mais simplificada que as outras desta linha, tendo os requisitos essenciais para uma moto, com algumas usabilidades das motos mais antigas. Seu design também antigo, tem a aparência dos anos 70. Própria para os amantes de motos retrô, com características antigas e atuais.

A R NineT 2017, lembra bastante a moto da versão Scrambler, que foi apresentada no mesmo show em 2015. A 2017 BMW possui 110 cavalos de potência, com um motor antigo de boxer bicilíndrico, tendo 1.170 CC, da linha GS e um refrigerador de ar.

Em relação ao design da moto, ela ficou semelhante à primeira moto da R NineT, tendo o visual mais esportivo dos anos 1970, com as semi-carenagens laterais, um pequeno assento monoposto e rabeta alta

Nesta nova versão a BMW está parecida com a R90S, não só pela aparência mas, pelo mecanismo e pelas peças, não perdendo a cultura e a essência da BMW.

O foco da linha R NineT é ter uma característica mais esportiva tendo apenas 219 kg, mais econômica em comparação às outras da linha. Uma das características da BMW é permitir que suas peças sejam mudadas, dando liberdade de escolha para os motoqueiros. Possui uma vasta linha de acessórios.

A BMW possui fiação projetada separadamente, com as funções do veículo e do motor. Assim podem ser colocados componentes eletrônicos na moto, sem danificar o motor.

Outra opção de customização é o garfo telescópico invertido. Existem outros benefícios de customização na BMW R NineT, a critério do usuário.

Por Vitoria Souza Lira da Conceição

BMW R NineT Pure

BMW R NineT Pure

Fotos: Divulgação


A linha terá 5 modelos e chega ao Brasil em 2016. São dois novos motores a Street Twin de 900 cc; T120 e Thruxton utilizam um de 1.200 cc.

A Triumph, montadora de motocicletas britânica, chega bastante forte para o mercado de motocicletas brasileiro em 2016. A marca anunciou recentemente a chegada da nova geração da clássica Bonneville, que deve ter suas vendas iniciadas ainda em julho de 2016. No entanto, as novas motocicletas já se encontram disponíveis na modalidade de pré-venda. O preço inicial é de R$ 42.500 para a versão T120, R$ 55.000 para a Thruxton e R$ 42.500 para a T120 Black que só deve chegar em setembro.

Vale ressaltar que havia uma grande expectativa em relação ao lançamento da nova família da Bonneville. A mesma já vinha sendo desenvolvida há quatro anos. O projeto final é resultado de uma grande renovação, a nova linha conta com mudanças que partem do chassi e chegam até os motores. Um grande exemplo disso são as versões T120 e T120 Black, haja vista contarem com o novo propulsor bicilíndrico paralelo de 1.200 cc e 10,7 kgfm de torque além de acelerador eletrônico.

Além disso, as versões T120 e T120 Black ainda contam com freios ABS, embreagem deslizante, manoplas com aquecimento, controle de tração, luz traseira com LED e entrada USB como itens de série. A T120 é disponibilizada em três opções de cores, nas quais são: Cinder Red, Cranberry Red/Aluminium Silver e Jet Black/Pure White. A T120 Black, por sua vez, se encontra disponível nas cores Jet Black e Matt Graphite.

Vale destacar que a Thruxton também é equipada com o motor 1.200 cc. Porém, a mesma dispõe de um diferencial, pois essa versão possui 11,4 kgfm com menos de 5.000 rpm. A mesma possui um aspecto bastante clássico e lembra muitos as corridas dos anos 1960. A Thruxton também trás um contraste interessante, algo evidente nos traços modernos que aliados aos detalhes clássicos fazem da Thruxton uma versão única.

Dentre os principais destaques da Thruxton estão a sua ergonomia esportiva, suspensão ajustável e roda dianteira de 17 polegadas. Em relação aos itens de série, saiba que a mesma é acompanhada de: controle de tração, lanterna em LED, freios ABS, faróis em LED e embreagem deslizante assistida. Essa versão possui três modos de pilotagem: estrada, chuva e esportiva.

Levando em consideração o conjunto, um dos principais destaques é, sem sombra de dúvidas, a grande quantidade de acessórios disponibilizada pela Triumph. São 160 “brinquedinhos” destinados apenas a versão Thruxton. A montadora ainda oferece kits especiais que possibilitam com que os clientes criem suas próprias personalizações.

Por Bruno Henrique


A Téneré marcou época desde o seu lançamento. A motos passou por muitas modificações e conquistou fãs

A Yamaha XT660Z Ténéré é um sucesso de vendas e objeto de desejo de muitos motociclistas. O que poucos têm conhecimento é que a história do modelo teve início no ano de 1979. Confira aqui toda a história de um dos modelos mais desejados da década de 80.

Em meados da década de 70, as fabricantes japonesas disputavam por um espaço no mercado automobilístico, proporcionando modelos de multi-cilindricos e de alta potência. Para garantir o seu espaço, a Yamaha trouxe ao mercado a XS750 DOHC, que contava com propulsor de quatro tempos, três cilindros e sistema de refrigeração a ar.

No entanto, era preciso inovar para continuar no mercado automobilístico. Foi então que em 1976, durante o evento Salão de Motocicleta de Tóquio, a Yamaha anunciou o seu novo modelo, a XT 500, que contava com um motor de quatro tempos, 500cc e sistema de refrigeração a ar.

O modelo causou um grande alvoroço entre a mídia, já que diferente dos outros modelos fabricados pela marca, a XT 500 era voltada para eventos de Enduro, modalidade muito popular na época.

O sucesso do modelo logo se espalhou pelo mundo, chegando a ser popular até mesmo na América Latina onde foi comparada a marca Rolls Royce, responsável por fabricar automóveis de luxo e alto desempenho na época.

No final da década de 70, precisamente durante o ano de 1979, ocorreu à primeira competição Rali Paris-Dakar, evento que se iniciava no continente europeu e atravessava o continente africano, tendo fim na costa marítima de Dakar, no Cabo Verde. Como poucas fabricantes se interessavam pelo evento, a Yamaha disponibilizou seu modelo XT 500. O resultado? O piloto Cyril Neveu obteve o pódio nas duas primeiras edições da competição com o modelo da empresa.

Em 1983, a Yamaha decidiu que era hora de evoluir mais uma vez, a XT 500 deu lugar a XT600Z Ténéré. O modelo contava com tanque de combustível de 30 litros, propulsor monocilíndrico de 600cc, sistema de frenagem a disco na roda dianteira e um ótimo espaço em seu bagageiro. O nome Ténéré – que significa “deserto” – foi dado graças a um trecho da competição de Rali Paris-Dakar.

Como era de se esperar a motocicleta se tornou um sucesso de vendas, principalmente em países do continente europeu.

Em 1986, a motocicleta sofreu mudanças para se adaptar ao terreno urbano, ganhando partida elétrica e redução em sua reserva de combustível, que passou para 23 litros.

Em 1988, o modelo ganhou uma leve reestilização que lhe rendeu os clássicos faróis duplos, além de freio a disco também na roda traseira. Já em 1991, o modelo teve seu tanque reduzido para 20 litros, a fim de deixá-la compacta e garantir uma fácil pilotagem.

Chega ao fim à era Ténéré 600 em 1994 sem nenhuma alteração no seu design desde 1991. No Brasil, o modelo foi substituído pela XT 600, que logo deu origem a XT 660.

A Yamaha lançou a XTZ 660 Ténéré em grande parte do mundo, no entanto o modelo não chegou ao Brasil. A motocicleta foi fabricada durante seis anos (1993 a 1999).

Vale lembrar, que a Yamaha também iniciou a produção da Yamaha XTZ 750 SUPERTÉNÉRÉ. O modelo foi comercializado no Brasil até o ano de 1997, quando foi substituída pela Yamaha TDM 850.

Em 2011, a Yamaha voltou a fabricar os modelos da linha Ténéré. No Brasil, é possível encontrar todos os modelos da linha: XTZ 250, XT 660Z e XT 1200Z.

Por Wendel George Peripato


Modelos Scout, Roadmaster, Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain serão fabricados e vendidos no Brasil.

A fabricante americana Indian Motorcycles tem sua estreia marcada no Brasil para outubro deste ano, no Salão Duas Rodas, que acontece em São Paulo. Desde o ano passado há especulações sobre a venda dos modelos da marca no mercado nacional. Mas agora há bem mais que especulações, pois a marca confirmou o acordo para a montagem de 5 de seus modelos, a partir de kits CKD, em Manaus (AM). A montagem será feita na planta da Dafra, onde já acontecem montagens de BMW, Ducati, MV Augusta e KTM. Além disso, a marca planeja abrir concessionárias no Brasil, nas principais regiões.

A Indian é uma fabricante centenária  e é concorrente direta da Harley-Davidson no segmento custom,  tendo inclusive, já conquistado uma fatia do mercado da Harley, devido ao forte investimento do Grupo Polaris, que comprou a Indina em 2011, para conseguir trazer de volta, reconquistar fãs antigos e envolver os novos, mostrando que a Indian é uma empresa tão sólida quanto a Harley.

A linha de motocicletas Indian conta com 5 modelos, a Scout, seu mais recente modelo, a Roadmaster, Chief Classic, Chief Vintage e Chieftain. Segundo Rodrigo Lourenço, diretor executivo da Polaris na América do Sul, a família Chief vem buscar a fatia de consumidores que atualmente são da Harley. E segundo Lourenço, a empresa acredita que a Scout vai trazer um público novo.

Estima-se que no último trimestre de 2015, as primeiras concessionárias já sejam abertas, com continuidade em 2016, quando acontecerão inaugurações nas maiores praças. A Indian não terá o mesmo número de lojas da Harley, que são 19, mas há grandes expectativas com relação ao Brasil, mesmo com a atual recessão.

Essa notícia agrada em cheio os amantes de motocicletas, uma vez que a tradicionalíssima Indian tem os mais lindos modelos de duas rodas – quem conhece sabe, quem não conhece, procure conhecê-las. E aguarda-se o início dos trabalhos, que, além de ótimo para a economia, irá gerar empregos.

Por Elia Macedo

Fotos: Divulgação


Linha City Pro é voltada para motocicletas de até 150cc que são usadas diariamente.

Quem pensa que a Michelin fabrica apenas pneus para carros e automóveis de corrida, engana-se. A marca acaba de lançar uma nova linha de produtos, para modelos de motocicletas de até 150cc.

Os novos pneus da Michelin estão disponíveis em nove medidas, para rodas com aros 16, 17 e 18 polegadas. A atenção maior para essa nova linha, batizada de City Pro, é voltada para os veículos de duas rodas com até 150cc que tenham uso diário. Isso inclui diversas categorias, como mototaxistas e motofretistas.

Segundo a fabricante francesa, seus novos pneus são até 20% mais resistentes à perfuração, o que é ótimo, sobretudo para o caos das grandes cidades. Além disso, ele dura até 10% mais em termos de quilometragem, se comparado com seus maiores concorrentes.

De acordo com o gerente de marketing da Michelin, Flávio Santana, a nova linha de pneus possui três camadas de lona e uma camada adicional de borracha. Isso faz com que o produto tenha maior resistência. Com novos desenhos nos sulcos e dos riscos, os novos pneus ainda possuem maior aderência em pisos molhados, dando mais segurança ao motociclista. Com essa tecnologia, o escoamento de água se torna maior.

A empresa francesa ficou por quatro meses realizando testes em sua nova linha. Entre os meses de novembro de 2013 e março de 2014, a Michelin utilizou 48 motocicletas com os pneus City Pro para realizar seus testes, conduzidas por mototaxistas. O resultado mostrou que, após 440 mil quilômetros, haveria um furo a cada 100 mil km (o que é um número bem significante, mostrando alta resistência e durabilidade dos pneus). A média de durabilidade foi, para pneus traseiros, de 20 mil km, e para pneus dianteiros, de 30 mil km.

A marca não divulgou os valores iniciais da nova linha de pneus, mas sabe-se que eles estarão disponíveis no mercado a partir de maio deste ano.

Por Felipe Villares

Novos pneus da Michelin

Foto: Divulgação





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