Falaremos um pouco sobre a Yamaha Factor K1 2014. Em primeiro lugar vale dizer que, embora essa moto esteja bem modernizada e estilosa, o fato foi que ela teve de perder equipamentos para ficar mais acessível, mais barata para seus clientes.

Seja lá como for, a nova Yamaha vem equipada com Motor SOHC e também com  motor monocilíndrico de 124 cm³.  Seu peso, em ordem de marcha, é de 117 kg, enquanto sua potência vai de 10,2 cv a 7.800 rpm.

Outro ponto a ser destacado que esse veículo vem com freios a tambor em sua dianteira e traseira. Porém, como devemos informar os pontos negativos, a questão é que o ''piloto'' sente que, quando a pista não é boa, parece faltar os freios a disco. Essa motocicleta é boa especialmente para quem está começando a andar de moto agora.

No ano passado, com efeito, essa moto foi a sexta que mais vendeu em todo o país. A Yamaha, ao perceber esses números positivos, resolveu não encarecer muito sua nova versão, pensando assim em não perder os atuais e novos consumidores possíveis.  Não obstante, em termos de preço, vai depender da quilometragem da K1 escolhida.

Por Madson Lima de Oliveira


A Yamaha divulgou que o novo modelo da Factor não sofrerá muitas alterações se comparado ao modelo de 2013, mas apesar disso, esse tem sido chamado de segunda geração.

A primeira versão da Factor foi lançada em 2000 e até agora já passou por três alterações. Nesse novo modelo o visual ficou mais despojado e moderno, pois a moto conta com grafismos límpidos nas laterais. O tanque também foi alterado visando trazer mais conforto para os motociclistas, pois com o novo tanque as pernas ficam melhores acomodadas.

Embora sejam mudanças sutis, o assento, o para-lama dianteiro e o recipiente de combustível são novos. O escapamento foi modernizado e conta com um protetor com design diferenciado. O logo “YBR” foi tirado, manteve-se apenas o Factor na lateral.

Na versão europeia tem o sistema de injeção eletrônica o que mostra que a Yamaha domina essa tecnologia, apesar disso a marca optou por não colocar e manter a versão carburada nas motos do Brasil. Segundo eles, a ideia é levar motos com qualidade e preço compatível com a realidade dos brasileiros visto que a versão com injeção eletrônica prevê mais gastos com manutenção.

Por Jéssica Posenato





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