Novas motos da Yamaha chegam com sistema de freio unificado e injeção eletrônica.

A montadora de origem japonesa Yamaha realizou o lançamento no Brasil de duas motocicletas na última terça-feira, dia 28 de junho de 2016, são elas: a Yamaha Factor YBR 125i 2017 e a Yamaha Fazer 150 2017. Ambos os modelos irão chegar para dar uma renovada na linha utilitária de baixa cilindrada da Yamaha, com um sistema de freio unificado para o modelo Fazer 150 e injeção eletrônica para o modelo Factor 125.

Abaixo segue a lista dos preços sugeridos pela montadora para os respectivos modelos da linha 2017:

  • Fazer 150 UBS por R$ 9.590
  • Factor YBR 125i ED por R$ 7.390

Dentre todas as novidades que foram inseridas na linha 2017 da Fazer 150 a principal delas é um novo sistema de freio conhecido pelo nome de "Unified Brake System", que em tradução livre para o português seria sistema de freio unificado.

A tecnologia do dispositivo é bem interessante e tem como objetivo realizar a distribuição da força de frenagem entre os dois freios, o traseiro e o dianteiro, da mesma forma que ocorre com a CG 160 CBS, por exemplo.

Com relação a motorização da motocicleta nada mudou, continua sendo o mesmo motor de cilindro único com 149,3 cilindradas, que tem a capacidade de gerar uma potência de até 12,4 cavalos a 7.500 giros e um torque de 1,295 kgfm ao atingir 5.500 rpm.

O modelo passa a ter uma garantia de 3 (três) anos e será comercializado em três opções de cores, que são: vermelho, azul, preto e branco.

Yamaha Fazer 150 2017

Quando se trata do modelo YBR 125i, a moto teve seu desenho retrabalhado por inteiro e passou a ganhar um novo design, juntamente com a injeção eletrônica em seu motor. O motor da Yamaha YBR, que conta com 124,9 cilindradas, gera uma potência máxima que pode chegar a 11,1 cavalos ao atingir 6 mil rpm e um torque de 1,16 kgfm a também 6 mil giros.

Equipada com rodas de liga-leve e freio a disco na parte dianteira, a nova YBR 125i também conta com os mesmos 3 anos de garantia e será disponibilizada nas cores preto e vermelho.

Yamaha Factor YBR 125i 2017

FILIPE R SILVA


Falaremos um pouco sobre a Yamaha Factor K1 2014. Em primeiro lugar vale dizer que, embora essa moto esteja bem modernizada e estilosa, o fato foi que ela teve de perder equipamentos para ficar mais acessível, mais barata para seus clientes.

Seja lá como for, a nova Yamaha vem equipada com Motor SOHC e também com  motor monocilíndrico de 124 cm³.  Seu peso, em ordem de marcha, é de 117 kg, enquanto sua potência vai de 10,2 cv a 7.800 rpm.

Outro ponto a ser destacado que esse veículo vem com freios a tambor em sua dianteira e traseira. Porém, como devemos informar os pontos negativos, a questão é que o ''piloto'' sente que, quando a pista não é boa, parece faltar os freios a disco. Essa motocicleta é boa especialmente para quem está começando a andar de moto agora.

No ano passado, com efeito, essa moto foi a sexta que mais vendeu em todo o país. A Yamaha, ao perceber esses números positivos, resolveu não encarecer muito sua nova versão, pensando assim em não perder os atuais e novos consumidores possíveis.  Não obstante, em termos de preço, vai depender da quilometragem da K1 escolhida.

Por Madson Lima de Oliveira


A Yamaha divulgou que o novo modelo da Factor não sofrerá muitas alterações se comparado ao modelo de 2013, mas apesar disso, esse tem sido chamado de segunda geração.

A primeira versão da Factor foi lançada em 2000 e até agora já passou por três alterações. Nesse novo modelo o visual ficou mais despojado e moderno, pois a moto conta com grafismos límpidos nas laterais. O tanque também foi alterado visando trazer mais conforto para os motociclistas, pois com o novo tanque as pernas ficam melhores acomodadas.

Embora sejam mudanças sutis, o assento, o para-lama dianteiro e o recipiente de combustível são novos. O escapamento foi modernizado e conta com um protetor com design diferenciado. O logo “YBR” foi tirado, manteve-se apenas o Factor na lateral.

Na versão europeia tem o sistema de injeção eletrônica o que mostra que a Yamaha domina essa tecnologia, apesar disso a marca optou por não colocar e manter a versão carburada nas motos do Brasil. Segundo eles, a ideia é levar motos com qualidade e preço compatível com a realidade dos brasileiros visto que a versão com injeção eletrônica prevê mais gastos com manutenção.

Por Jéssica Posenato





CONTINUE NAVEGANDO: